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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Lojas virrtuais seguras

 

Lojas virtuais seguras para comprar

quais são?



A compra de produtos através de lojas virtuais está sendo a opção mais escolhida pela maioria dos consumidores por ser uma atividade prática, rápida, onde tudo pode ser realizado no conforto da residências.

ATENÇÃO PERANTE A ISSO.
Em contrapartida a esta grande demanda, surgiram inúmeras novas lojas virtuais oferecendo produtos diferentes e a baixos preços e condições de pagamento facilitadas. Porém, isto acabou se tornando, em muitos casos, uma armadilha para os consumidores, que se iludem com estas falsas promessas.

CUIDADO PARA NÃO CAIR EM ARMADILHAS

  • Busque por lojas conhecidas – lojas onde amigos ou parentes já tenham efetuado a compra de um produto é uma boa alternativa, pois assim você já consegue ter uma noção do processo de negociação e entrega dos produtos;
  • Desconfie de ofertas milagrosas (Sempre) – ofertas malucas, com preços extremamente baixos exigem atenção; existem ofertas deste estilo que são confiáveis, porém, há muitas que servem como forma de enganar os compradores;

  • Estabeleça contato com a empresa antes da compra (Recomendável) – nos sites das lojas há sempre um número de contato, e-mail e, em alguns casos, endereço físico destas; este contato poderá lhe trazer maior confiabilidade e segurança.

  • Verifique a idoneidade da empresa – ver qual a situação da empresa em que irá efetuar a compra é de suma importância; este processo pode ser realizado de forma prática, através da colocação de dados da empresa, fornecidos em sua página, como CNPJ e razão social; confira-os no site da Receita Federal, a fim de conhecer sua situação. Se esta contiver “baixada”, “cancelada” ou “inativa”, desista da compra;
 
  • Leia a política de privacidade (Super importante) – fique atento as formas de pagamento, prazos de entrega e política de troca e devolução;

  • Salve e imprima os passos da compra – com estes dados impressos e salvos, comprovará a sua relação com o vendedor, auxiliando-o caso necessite efetuar alguma troca ou devolução.
 
Não se deve deixar levar pela praticidade e facilidade das ofertas e efetuar uma compra de modo impulsivo, sem antes pesquisar um pouco sobre a empresa, pois isto pode lhe acarretar em uma série de incômodos posteriores. 
 
Outra maneira de buscar informações sobre a confiabilidade e segurança da loja virtual desejada são sites reclamação, onde vários usuários relatam suas experiências de compra em diversas destas lojas. As práticas mais comuns cometidas pela empresa e alvo de reclamações dos consumidores, são, geralmente, questões como entrega dos produtos, relação pós venda de assistência e a não solução de problemas.


Leia também: 

domingo, 1 de dezembro de 2013

Educação digital - parte 3

Educação digital

(parte 3)


Gameficação


Ludificação é o uso de técnicas de design de jogos que utilizam mecânicas de jogos e pensamentos orientados a jogos para enriquecer contextos diversos normalmente não relacionados a jogos. Tipicamente aplica-se ludificação a processos e aplicações com o objetivo de incentivar as pessoas a adotá-lo ou influenciar a maneira como são usados.

Dentre os objetivos da ludificação podemos destacar: tornar a tecnologia mais atraente , estimular os usuários a se engajarem com comportamentos desejados , mostrar um caminho para o domínio e autonomia, ajudar a resolver problemas sem ser uma distração, e tirar vantagem da predisposição psicológica humana de se engajar em jogos.

Esta técnica pode encorajar as pessoas a realizar tarefas que elas normalmente considerariam chatas, como completar questionários, fazer compras, completar formulários de impostos ou leitura de sites. Dados disponíveis de sites, aplicações e processos gamificados indicam potenciais melhoras em áreas como envolvimento dos usuários, retorno sobre investimento, qualidade de dados, prazos ou aprendizagem.

Deve-se evitar o barbarismo "gamificação", já que o radical 'gam(o)-' em português denota par, casal (gâmeta, gâmico, gamofobia, gamologia), e nunca jogo. Infelizmente, este anglicismo é bem difundido no Brasil, com o agravante de ser pronunciado à semelhança do termo inglês game (/ɡeɪm/). Neste caso, as regras de transcrição fonética resultariam em "gueimificação", à semelhança de gueijo (ingl. gauge) e beisebol (ingl. baseball). Se usássemos o termo original, adaptando a pronúncia ao português, teríamos "gameficação", à semelhança de basebol, mas nunca "gamificação", já que em português usa-se sempre o 'e' para vogais reduzidas (daí futebol e não "futibol").

O uso de games na educação veio suprir a necessidade que os alunos têm de informação rápida e dinamismo também na hora de aprender. A tendência é ditada por um novo conceito, que alia a experiência dos jogos eletrônicos à pedagogia; estamos falando da gameficação.

O interessante é que a gameficação pode até vir separada da tecnologia. Segundo o professor, é possível ter uma aula totalmente baseada no conceito dos games sem necessariamente usá-los na sala de aula. Por outro lado, uma aula cheia de apelos tecnológicos pode se tornar realmente chata se o professor não souber conduzi-la.

De qualquer forma, o melhor resultado da gameficação na educação é quando teoria e tecnologia se unem; aí então surgem os resultados mais interessantes.

Ainda tem muito professor que resiste à tecnologia. Mas grande parte já viu que o uso da tecnologia na educação é um caminho sem volta e cheio de oportunidades e possibilidades.

Mas, aí vem outro desafio: as instituições de ensino também precisam entender essa importância e treinar seus professores.

Quando a gameficação e a tecnologia são usadas com base em conceitos pedagógicos todo mundo ganha: o professor ganha com uma aula mais atrativa e dinâmica; o aluno ganha e, consequentemente, a própria instituição ganha – principalmente reconhecimento.





Fonte:
Wikipedia
Olhar Digital

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