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terça-feira, 19 de novembro de 2024

Marco Civil da Internet


Marco Civil da Internet




Marco Civil da Internet (LEI Nº 12.965, DE 23 DE ABRIL DE 2014)

Estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil e determina as diretrizes para atuação da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios em relação à matéria. 


O Marco Civil da Internet, oficialmente Lei n° 12 965, de 23 de abril 2014, é a norma legal que disciplina o uso da Internet no Brasil por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres para quem faz uso da rede, bem como da determinação de diretrizes para a atuação do Estado (Aprovado no Senado, marco civil da internet segue à sanção) 

O Marco Civil surgiu em 2009 no Poder Executivo (O Marco Civil da internet foi aprovado na Câmara dos Deputados em  25 de março de 2014, no Senado Federal em 22 de abril de 2014, e sancionado no dia seguinte pela então presidente Dilma Rousseff), foi aprovado na Câmara dos Deputados em 25 de março de 2014 (Câmara aprova Marco Civil da Internet), no Senado Federal em 22 de abril de 2014, (Senado aprova Marco Civil da Internet e texto segue para sanção presidencial e sancionado no dia seguinte pela então presidente Dilma Rousseff (36º presidente do Brasil - Dilma Rousseff: 2011 - 2016) 

A ideia do projeto, surgida em artigo publicado em 2007 pelo professor Ronaldo Lemos, ("Internet brasileira precisa de marco regulatório civil" foi adotada pelo governo federal em função da resistência social ao projeto de lei de cibercrimes (Projeto prevê medidas para fortalecer investigação de crimes cibernéticos), conhecido como Lei Azeredo (em alusão ao seu autor, Eduardo Azeredo), muito criticado sob a alcunha de AI-5 digital. Após ser desenvolvido colaborativamente em um debate aberto por meio de uma plataforma digital em 2011 o Marco Civil foi apresentado como um Projeto de Lei do Poder Executivo à Câmara, sob o número PL 2 126/2011. No Senado, desde 26 de março de 2014 o projeto tramitou sob o número PLC 21 de 2014 até sua aprovação em 23 de abril de 2014. 

A lei aborda temas como: 

  • Neutralidade da rede, 
  • Privacidade, 
  • Retenção de dados, 
  • A função social da Internet, 
  • Liberdade de expressão, e 
  • Responsabilidade civil de provedores.

 

A Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira (2014) o projeto de lei do Marco Civil da Internet – uma espécie de "constituição" que vai reger o uso da internet no Brasil. 

 

A questão vem sendo debatida no Brasil desde 2009, mas emperrou em alguns pontos, como o da neutralidade dos dados na internet, o armazenamento de dados no país e a questão da responsabilidade dos provedores sobre conteúdos produzidos por terceiros. 

O Marco Civil proíbe o acesso de terceiros a dados e correspondências ou comunicação pela rede. Ele também busca garantir a liberdade de expressão e a proteção da privacidade e dos dados pessoais. 

Um ponto-chave é a chamada neutralidade da rede, que evita a discriminação da informação. Ou seja, os provedores não poderão dar prioridade a um determinado tipo de dado ao transmiti-lo aos clientes, bloqueando a possibilidade de censura. 

O projeto também pretende resguardar o direito de expressão dos internautas, ao prever que o conteúdo publicado só seja retirado após ordem judicial. Há exceções, como em casos de racismo, pedofilia ou violência.

 

Dilma assina decreto que regulamenta Marco Civil

Nos últimos momentos antes do afastamento da Presidência da República, Dilma Rousseff, por meio de edição extra do Diário Oficial da União, decretou novas regulamentações do Marco Civil da Internet 

(Sancionado pela presidente Dilma Rousseff em abril (04/2014), o Marco Civil da Internet entra em vigor nesta segunda-feira (23), 60 dias após a publicação no Diário Oficial da União. O projeto, que tramitou na Câmara por dois anos e foi aprovado com urgência pelo Senado, estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para empresas e usuários de internet). 

O ofício foi despachado na noite de quarta-feira (11) e atinge especialmente as regras sobre neutralidade de rede, fiscalizações e proteção de dados pessoais.

 

Fonte: 

Wikipedia

Agência Senado 

BBC Brasil

Tecnoblog 

Agenciabrasil.ebc 

Tecnologia.uol 

Agência Câmara de Notícias 

 

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Android

 

Android

 

 

 

Android é um sistema operacional móvel baseado em uma versão modificada do kernel Linux e outros softwares de código aberto, projetado principalmente para dispositivos móveis com tela sensível ao toque, como smartphones e tablets. O Android foi historicamente desenvolvido por um consórcio de desenvolvedores conhecido como Open Handset Alliance (Aliança de portáteis de código abertos), mas sua versão mais amplamente usada é desenvolvida principalmente pelo Google. Foi revelado em novembro de 2007, com o primeiro dispositivo Android comercial, o HTC Dream, sendo lançado em setembro de 2008. 

Em sua essência, o sistema operacional é conhecido como Android Open Source Project (AOSP) (O domínio de ferro do Google sobre o Android: Controlando o código aberto por todos os meios necessários) e é um software livre e de código aberto (FOSS) licenciado principalmente sob a Licença Apache. No entanto, a maioria dos dispositivos roda na versão proprietária do Android desenvolvida pelo Google, que vem com software proprietário de código fechado adicional pré-instalado (O Android é realmente Open Source? E isso importa mesmo?), mais notavelmente o Google Mobile Services (Serviços móveis do Google - GMS) que inclui aplicativos principais como: 

Embora o AOSP seja gratuito, o nome e o logotipo "Android" são marcas registradas do Google, que impõe padrões para restringir o uso da marca Android por dispositivos "não certificados" fora de seu ecossistema. 

Mais de 70 por cento (70%) dos smartphones baseados no Android Open Source Project executam o ecossistema do Google (que é conhecido simplesmente como Android), alguns com interfaces de usuário e suítes de software personalizadas pelo fornecedor, como TouchWiz (interface de toque do usuário) e, mais tarde, One UI (interface de usuário (UI) que suportam Android 9 Pie ou superior)_da Samsung e HTC Sense.  

Ecossistemas e bifurcações concorrentes do AOSP incluem: 

  • Fire OS (desenvolvido pela Amazon), 
  • ColorOS da Oppo, 
  • OriginOS da Vivo, 
  • MagicUI da Honor e 

ROMs personalizadas como LineageOS; e Meta Horizon OS para headsets VR. 

O código-fonte foi usado para desenvolver variantes do Android em uma variedade de outros eletrônicos, como consoles de jogos, câmeras digitais, reprodutores de mídia portáteis e PCs, cada um com uma interface de usuário especializada.  

Alguns derivados bem conhecidos incluem Android TV para televisores e Wear OS para wearables, ambos desenvolvidos pelo Google. 

Pacotes de software no Android, que usam o formato APK (Android Package), são geralmente distribuídos por meio de lojas de aplicativos proprietários como Google Play Store, Amazon Appstore, Samsung Galaxy Store, Huawei AppGallery, Cafe Bazaar, GetJar e Aptoide, ou plataformas de código aberto como F-Droid. 

O Android é o sistema operacional mais vendido no mundo em smartphones desde 2011 e em tablets desde 2013 (Android: o sistema operacional móvel que conquistou o mundo). Em maio de 2021, ele tinha mais de três bilhões de usuários ativos mensais, a maior base instalada de qualquer sistema operacional do mundo (Existem mais de 3 bilhões de dispositivos Android ativos), e em 2024, a Google Play Store apresentava 1,7 milhão de aplicativos, um declínio em relação ao seu pico de mais de 3 milhões de aplicativos (Número de aplicativos Android no Google Play (set 2024)). O Android 14, lançado em 4 de outubro de 2023, é a versão mais recente, e o Android 12.1/12L inclui melhorias específicas para telefones dobráveis, tablets, telas do tamanho de desktop (12L e novas APIs e ferramentas do Android para telas grandes) e Chromebooks.


Fonte:

Wikipedia 

Arstechnica 

Makeuseof

Tecmundo

Theverge 

Appbrain


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